Revirando o baú

Chegar a ser quase cavalos.

Chegar a ser quase Pégaso.

Mas ser apenas mãos desnudas

Que agora descansam

E os ventos que entre elas rodopiam

Expressam

A nostalgia de um poema:

A eternidade de um momento

Condenado a um papel.

 

 

Virgínia Celeste Carvalho

Palmares, 2000.

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4 pensamentos sobre “Revirando o baú

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