Tudo novo… de novo!

“É tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos”

Paulinho Moska

Sempre gostei da alegria dessa música e da voz do Paulinho Moska. É preciso encarar o fim para o novo nascer e é preciso ouvir uma voz tão doce para que o dia fique melhor. Não, nem se preocupem, amigos, Virgínia aqui não entrou numa fase de autoajuda… Continuo não crendo em muita coisa, nem em mudanças! Mas um sentimento de que temos escolhas (mesmo que limitadas!) e que precisamos vivê-las da melhor forma possível me persegue. E é neste momento que estou: celebrando minha própria maneira de ser, como diz ainda a canção, diante de novas escolhas.

Por isso apaguei os poemas e contos antigos (calma, serão recolocados!) e decidi fazer uma “casa” menos dark. Não sei, acho que me tornar mãe de Hanna, se não me deixou colorida, pelo menos deixou que um pouco de luz se debruçasse sobre meus mistérios. (Ser mãe de uma cadela é totalmente diferente de ser mãe de gatas; essas sim, me inflam de recantos felizes de escuridão).

Também resolvi falar sobre outros assuntos que não literatura. A vida tem me puxado para aquilo que não está nos livros: a realidade carne, sem véus. Uma realidade que urge por expressarmos nossos pontos de vista sobre assuntos sérios. E para salvar nossa vida (e morte!), precisamos falar bobagens, rir amargamente do cotidiano e soltar algum veneno.

Até amanhã.

Virgínia Celeste.

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